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Panorama

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Como apoiar os estudantes do Intercâmbio de Jovens durante a pandemia de covid-19

Pelos funcionários do departamento de Intercâmbio de Jovens e de Proteção a Jovens do Rotary International Enquanto o mundo enfrenta desafios extraordinários em meio à pandemia do coronavírus, os participantes do Intercâmbio de Jovens do Rotary também estão enfrentando desafios inusitados. O Rotary International está trabalhando com líderes de clubes e distritos para assegurar que a saúde e a segurança dos estudantes continuem sendo a maior prioridade, quer eles permaneçam no país anfitrião ou retornem para casa. Prezar pela segurança dos estudantes inclui oferecer apoio emocional àqueles que estão passando por uma experiência bem diferente do que esperavam. Para ajudar as pessoas envolvidas no programa, pedimos para dois líderes do Intercâmbio de Jovens compartilhar as melhores maneiras de apoiar os intercambistas durante esses tempos inusitados. Tom Overbaugh, ex-governador do Distrito 7170, conta que, ao optar por mandar os estudantes de volta para casa antecipadamente, o distrito chegou à conclusão de que também precisava oferecer apoio emocional, pois alguns jovens estavam com medo da viagem ou da quarentena. Ele compartilhou os conselhos que recebeu da dirigente de Intercâmbio de Jovens do seu distrito, Michele Hughes: Siga os conselhos do governo local e autoridades da saúde. Muitos alunos que voltarem para casa terão que ficar de quarentena (possivelmente isolados até de suas famílias) por um período de 14 dias. Este pode ser o maior desafio, já que, depois de um longo período de separação, os familiares querem ficar fisicamente próximos uns dos outros, e não socialmente distantes. No entanto, é importante reconhecer o potencial de exposição ao vírus, e seguir os conselhos do governo local e especialistas em saúde. Rematricule o estudante em sua escola local. Os pais dos intercambistas que voltarem para casa antecipadamente devem entrar em contato com seu distrito escolar para perguntar sobre a possibilidade de matriculá-los em cursos semestrais. A participação nas aulas dá aos jovens algo importante em que se concentrar, em vez de se preocupar com o retorno antecipado do intercâmbio. Fale com o estudante sobre sua experiência de intercâmbio. Depois que voltarem para casa, os intercambistas devem participar de uma sessão em grupo organizada pela Comissão Distrital de Intercâmbio de Jovens. Além de dar aos jovens a oportunidade de ouvir e compartilhar experiências e apoiar uns aos outros, a reunião fornece à comissão informações valiosas sobre como eles se sentem. Determine o tipo de apoio que os estudantes precisam. Nem todos os estudantes precisam do mesmo tipo de apoio emocional. Alguns se sentem mais à vontade falando com conselheiros escolares, enquanto que outros gostam de responder perguntas sobre sua experiência no intercâmbio. Pat Carson, coordenadora de estudantes outbound do Distrito 5080, compartilhou os seguintes conselhos: Preze pela saúde mental – A Comissão de Intercâmbio de Jovens do nosso distrito tem um conselheiro de saúde mental que contata cada estudante que volta para casa mais cedo para oferecer apoio. Esta assistência é muito importante, especialmente durante a atual crise de covid-19. Contate os estudantes após o intercâmbio – Contatamos todos os estudantes que retornaram para casa antecipadamente por meio de videoconferência para que possam compartilhar o que estão vivenciando e apoiar uns aos outros. Adapte-se à nova situação – É importante oferecer apoio às famílias anfitriãs e estudantes que ainda estão sendo hospedados em nosso distrito. Como os intercambistas não podem mais participar de reuniões presenciais, nós usamos as videoconferências para nos comunicarmos com eles. Embora este não seja o intercâmbio para o qual eles se inscreveram, após falar com as famílias e considerar todas as informações fornecidas pelo governo e autoridades da saúde, os pais de alguns dos nossos estudantes inbound decidiram deixar seus filhos continuar o intercâmbio e permanecer onde estão. Apoie as famílias anfitriãs – Diante da atual situação, é mais importante do que nunca apoiar as famílias anfitriãs. Como exemplo, eu estou hospedando um estudante que se mudou para nossa casa uma semana antes do distanciamento social ser colocado em prática. Como no momento não há atividades escolares ou sociais, estamos encontrando novas maneiras de nos manter engajados, seja praticando o idioma ou falando com amigos e familiares on-line. Muitas outras famílias anfitriãs podem estar vivenciando circunstâncias similares, portanto, não deixe de contatá-las regularmente.

Postado em 19 de Maio de 2020

Rotary: brasileiros se destacam no combate à Covid-19

Os membros do Rotary no Brasil vêm se destacando nas ações de combate à pandemia de coronavírus. Dos mais de 150 projetos aprovados para utilização do Fundo para Assistência em Casos de Desastres pela Fundação Rotária no mundo, o Brasil é o terceiro país com maior número de projetos aprovados até o momento, atrás apenas da Índia e dos Estados Unidos. Até o dia 20 de abril, o Brasil teve 20 projetos aprovados para utilização do fundo de desastres para a compra de equipamentos de combate à Covid-19, além de suprimentos para pessoas carentes. Com a falta de equipamentos de proteção individual (EPIs) para os profissionais de saúde nos hospitais, os projetos dos Rotary clubs se concentram na compra de materiais como luvas e máscaras cirúrgicas, face Shields (protetores faciais de plástico), materiais de higiene e outros itens necessários aos cuidados de médicos, enfermeiros e pacientes. Como destaca Mário César de Camargo, diretor do Rotary International, a pandemia mostrou a rápida capacidade de reação dos membros da organização no Brasil. “Quando surgiu a oportunidade, eles imediatamente se engajaram e, como a outorga do subsídio é na base do primeiro que chega é o primeiro que é servido, eles se colocaram bem na lista, e tiveram 20 dos 159 projetos que foram aprovados no mundo”, aponta.  Hipólito Ferreira, curador da Fundação Rotária, explica como a entidade modificou seus critérios e procedimentos para que os membros do Rotary de todo o mundo pudessem desenvolver e implementar projetos de combate à pandemia. “Quando se falava em assistência a desastres, se falava em tsunami, em excesso de chuvas, em coisas que fossem realmente destruidoras a partir do meio ambiente. E agora, a grande flexibilização foi determinar que a doença pode ser considerada também um desastre”, explica. Para possibilitar a implementação dos projetos, alguns processos foram modificados dentro da Fundação Rotária, como a dispensa da necessidade de fundos vindos de um parceiro internacional, e a possibilidade da utilização do Fundo Distrital de Utilização Controlada (FDUC) também para os projetos voltados à Covid-19. “O fundo de auxílio a desastres tem um procedimento que é praticamente aprovação default (padrão). A pessoa pediu dinheiro, ela recebe. A Fundação Rotária confia que o distrito* vá fazer uma aplicação devida desse dinheiro”, diz Mário César. “A Fundação Rotária, ao flexibilizar as regras, tornou tudo muito fácil”, avalia Hipólito. Até o momento, a Fundação Rotária já disponibilizou US$ 4 milhões para a realização de projetos de combate ao coronavírus no mundo, utilizando o Fundo para Assistência em Casos de Desastres. Cada projeto pode receber até US$25 mil para sua implementação. Com a alta cotação do dólar no Brasil, os projetos aqui realizados têm recebido uma média de R$ 127.500 cada. No total, os projetos realizados aqui com a utilização deste fundo já receberam cerca de US$ 500 mil ou R$ 2,55 milhões. Além dos projetos que utilizam o fundo de desastres, alguns distritos* também estão desenvolvendo projetos com a utilização de subsídios globais (que apoiam atividades internacionais maiores), também para a compra de EPIs, envolvendo valores de US$ 30 mil a US$ 52 mil cada. No total, a Fundação Rotária já disponibilizou mais de US$ 7,20 milhões para utilização em projetos de subsídios globais no mundo. Entre os projetos realizados no país, Mário César destaca o do distrito* 4420, que inclui a compra de oxímetros para hospitais do estado de São Paulo. O aparelho mede o nível de oxigenação na corrente sanguínea do paciente, alertando os médicos quando esse nível está abaixo do ideal. Hipólito aponta outra iniciativa de impacto, como a do distrito* 4760, que possibilita a compra de equipamentos de segurança para 26 hospitais em 22 cidades do estado de Minas Gerais, além da utilização da verba de sua conferência distrital em um projeto de subsídio global também para o combate ao coronavírus. Vale lembrar que, além das iniciativas realizadas com os fundos da Fundação Rotária, centenas de Rotary clubs de todo o Brasil têm se mobilizado diariamente com suas próprias verbas para a confecção e distribuição de equipamentos de proteção individual, cestas básicas e kits de higiene em um esforço conjunto para combater a propagação da doença do país. *Para quem não conhece a estrutura do Rotary International, regionalmente, os Rotary clubs são agrupados em distritos. Fonte: Blog Vozes do Rotary (leia a publicação original em https://rotaryblogpt.wordpress.com/2020/05/04/rotary-brasileiros-se-destacam-no-combate-a-covid-19/#more-2151)

Postado em 13 de Maio de 2020

DOAÇÃO PARA SANTA CASA DE PANORAMA

O ROTAY CLUB DE PANORAMA realizou nessa terça-feira, 05 de maio de 2020, a doação de alguns equipamentos para a Santa Casa de Panorama, que estavam com necessidade de urgência por causa da Pandemia COVID-19. Dentre os itens mais urgentes, estava o Negatoscópio, aparelho utilizado para avaliação dos negativos de exame de Raio-X . Além do Negatoscópio, o Rotary Club de Panorama realizou a doação de tecidos para confecção de mais uniformes dos profissionais de saúde, caixas organizadoras para itens esterilizados e 100 máscaras faciais.

Postado em 05 de Maio de 2020 por Rotary Club de Panorama

EcoRotary intensifica programa e retira menos lixo do rio

A 13ª Edição do EcoRotary, atividade desenvolvida no leito do Rio Paraná, entre cinco clubes do Distrito 4510 do Rotary International: Rotary Club de Panorama, Rotary Club de Tupi Paulista, Rotary Club de Dracena, Rotary Club de Dracena-Imperial e Rotary Club de Junqueirópolis, contou este ano com uma programação diversificada e mais intensa, além da limpeza de parte do Rio Paraná, que faz divisa entre o Estado de São Paulo e o Mato Grosso do Sul. “Desta vez, além das palestras e da limpeza de parte do Rio, programamos homenagens, plantio de árvores, passeio ciclístico e recolhimento de mantimentos”, disse a presidente do Rotary Club de Panorama, Isabela de Brito Rodrigues, que recepcionou os demais clubes rotários, por estar localizado no leito paulista do Rio Paraná. Com as palestras sobre: “Reflorestar é Preciso”, com professor Elias Azevedo e “Lixo: problema nosso de cada dia”, com Lourdes Alves Grassi, o evento contou com um passeio ciclístico entre as cidades de Irapuru de Flora Rica até Panorama, que atraiu dezenas de pessoas que fizeram o percurso e ainda ajudaram na captação de alimentos não perecíveis que serão entregues a instituições da cidade de Panorama. “Foram mais de 80 ciclistas participantes”, ressaltou Marival Ferreira da Costa, associada ao Rotary Club de Panorama, que participar do evento desde a primeira edição. “As palestras fazem parte da programação em todos os anos, com temas diversos, porém, o passeio ciclístico e o recolhimento de alimento tem sido muito bom e contando com muitas pessoas”, falou ao mencionar algumas novidades do evento deste ano. A homenagem ao rotariano José Abilio Pereira, que faleceu neste ano, foi um dos pontos mais importantes do evento deste ano, em virtude da presença dos familiares no evento e o plantio de uma árvore no local onde sempre acontece o EcoRotary, em Panorama. “Ele era um entusiasta deste evento, em que participava com muito devoção”, recordou Deoclides Costa ao considerar a homenagem justa e oportuna. “Inclusive toda a família dele sempre participou dos nossos eventos rotários e nada mais justo do que destacar a dedicação dele neste evento que é importante para toda a região” disse o rotariano panoramense. “Vamos procurar manter o evento e agora com a árvore que simbolizará a presença dele entre nós”, disse em tom de emoção Marival Ferreira da Costa. Este ano foram montados 18 barcos para desenvolverem a limpeza de parte do Rio Paraná próximo ao município paulista de apenas 66 anos de emancipação política. “Desta vez notamos 50 por cento a menos de lixo encontrado”, disse feliz a rotariana que ajuda na organização do evento. “Isso quer dizer que está havendo a consciência da população em não joga lixo no Rio”, acrescentou Deoclides Costa ao notar menos lixo este ano. “Normalmente recolhemos de 7 a 8 toneladas de lixo, sendo que este ano foi entre 4 e 5 toneladas”, comparou a rotariana que nesta edição contou com as presenças de rotarianos da cidade de Castilho, do Distrito 4470 do Rotary International, que fica na outra margem do rio, do lado sul mato-grossense. # Eficaz Comunicação Empresarial Ltda – ME Telefone:(14) 98137.7189 (Vivo) E-mails: [email protected] ou [email protected] Site: www.eficaz.jor.br - Twitter: marciocmedeiros Skype: marciomedeiros8020 www.facebook.com/EficazComunicacaoEmpresarial Instagram: eficaz.comunicacao

Postado em 02 de Dezembro de 2019 por Rotary Club de Panorama

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